CERVEJA ARTESANAL DE SANTARÉM

O sabor de
uma lenda.

Nascida entre o planalto e o Tejo. Pequenos lotes onde a água, o trigo e a memória de Santarém se transformam em sabor.

O altoO rioA memória

AS CERVEJAS

Lotes à prova.
Uma só paisagem.

Receitas de pequena escala inspiradas no sol, nas luas, nas cheias do Tejo, no nateiro e nas plantas aromáticas da lenda.

LOTE REALIZADO
Lote de origemCerveja de trigo

Solstício
de Verão

Luminosa como os campos dourados vistos do alto de Móron. Fresca, aromática e criada para os dias longos.

TRIGOCÍTRICOFRESCA
LOTE REALIZADO
Lote sazonalFestbier

Equinócio
de Outono

Equilíbrio entre malte e frescura, inspirado no movimento entre a cheia e a vazante que marcava o tempo junto ao Tejo.

MALTEEQUILÍBRIOLÍMPIDA
EM DESENVOLVIMENTO
Próximo cicloOatmeal Stout

Solstício
de Inverno

Escura, mineral e envolvente. Uma evocação das noites em que a água sob a pedra parecia murmurar no interior da colina.

AVEIATORRADOINTENSA
EM DESENVOLVIMENTO
Lote sazonalEstilo em definição

Equinócio
da Primavera

O regresso da luz e a renovação da terra fértil. Um lote vivo e fresco inspirado no nateiro das lezírias.

SAZONALFRESCALUMINOSA
EDIÇÃO FUTURA
Edição especialGruit

Gruit
de Móron

Inspirada nas plantas aromáticas recolhidas nas margens e encostas da lenda, em lugar do protagonismo habitual do lúpulo.

BOTÂNICAANCESTRALLIMITADA

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Os estados apresentados distinguem os lotes já produzidos das receitas ainda em desenvolvimento.

01

ENTRE O ALTO E O RIO

Antes das muralhas,
já existia Móron.

Ao lugar mais alto chamavam Móron: o alto, o monte, a elevação de onde se observavam o Tejo, as planícies inundáveis e os caminhos de quem chegava pelo rio.

No alto encontravam-se os guardiões e os anciãos. Junto à margem viviam pescadores, artesãos, barqueiros e famílias que dependiam das águas. Quando o Tejo recuava, deixava o nateiro — a terra escura e fértil onde cresciam as lezírias.

“O Tejo marcava o tempo.
O alto protegia. O rio alimentava.
E as nascentes preservavam a memória da terra.
02

A NARRATIVA INTEGRAL

A Lenda das
Águas Esquecidas.

Sete capítulos unem a elevação, a lezíria, as nascentes e os navegadores. Abra cada capítulo e percorra a história.

I

Entre o alto e o rio

Muito antes de Santarém ter muralhas, torres ou reis, já os homens procuravam abrigo nas elevações que dominavam o grande rio.

Ao lugar mais alto chamavam Móron.

O seu nome, trazido por línguas antigas, significava o alto, o monte, a elevação. Não nomeava um povo, mas o lugar de onde se podia observar o curso do Tejo, as planícies inundáveis e os caminhos percorridos por quem chegava através do rio.

No alto encontravam-se os guardiões, os anciãos e aqueles a quem cabia vigiar o território. Junto à margem viviam pescadores, artesãos, barqueiros e famílias que dependiam das águas para sobreviver.

Entre o alto e o rio existia uma ligação inseparável.

Quando o Tejo subia, as águas cobriam os campos. Quando recuavam, deixavam sobre a terra uma camada escura e fértil: o nateiro.

Era nesse solo renovado que nasciam as pastagens, as plantas e os primeiros campos das lezírias. A cheia podia destruir caminhos e abrigos, mas também devolvia fertilidade à terra.

Os habitantes conheciam os sinais do rio. Observavam a cor das águas, a direção das aves e a força do vento. Sabiam quando retirar os animais das margens e quando regressar para trabalhar os campos.

O Tejo marcava o tempo.
O alto protegia.
O rio alimentava.
E as nascentes preservavam a memória da terra.

II

As guardiãs das águas

A água do rio servia a vida quotidiana, mas não era a única água conhecida pelos habitantes da região.

Das encostas brotavam fontes com temperaturas, sabores e propriedades diferentes. Algumas eram frescas e límpidas. Outras chegavam à superfície carregadas de minerais, deixando marcas nas pedras por onde passavam.

Os habitantes acreditavam que cada nascente possuía uma natureza própria. Por isso, nunca misturavam as suas águas sem conhecerem primeiro o caminho subterrâneo de cada fonte.

Os conhecimentos relacionados com as nascentes eram transmitidos oralmente. Não estavam escritos em pedra ou argila. Passavam de geração em geração através de histórias, gestos e cerimónias.

A principal guardiã desses conhecimentos era Alaia.

Alaia vivia entre os dois mundos: subia ao alto para aconselhar os responsáveis por Móron e descia às margens para acompanhar os ciclos do rio e ouvir aqueles que trabalhavam nas lezírias.

Conhecia as fontes de água doce que abasteciam a comunidade, mas guardava sobretudo o segredo de uma nascente diferente de todas as outras.

Chamava-se Tamaarma.

Entre as fontes conhecidas, Tamaarma era a mais temida.

As suas águas brotavam mornas do interior da colina e tinham um sabor intenso e amargo. Não serviam para matar a sede nem para o abastecimento diário. Os animais aproximavam-se, cheiravam a água e recuavam.

Na tradição oral, Tamaarma era conhecida como a fonte das águas amargas.

Alaia, porém, ensinava que o amargo nem sempre era sinal de veneno.

— Há águas que alimentam — dizia. — E há águas que transformam.

O caminho até à nascente era mantido em segredo. Não porque a sua água pudesse ser bebida como a das outras fontes, mas porque ninguém compreendia completamente a força que atravessava aquelas pedras.

Os habitantes chamavam-lhe também “a água sob a pedra”.

Em certas noites, quando o vento parava e o Tejo parecia suspender a corrente, ouvia-se um murmúrio vindo do interior da colina.

Alguns diziam ser apenas água a correr. Outros juravam ouvir vozes.

III

As sementes que atravessaram o mar

Muito longe dali, navegadores fenícios percorriam as costas e os rios do Ocidente.

Transportavam metais, tecidos, recipientes, sal, resinas, plantas aromáticas e sementes recolhidas ao longo das suas viagens.

Entre essas sementes encontrava-se um cereal dourado que ainda não cobria as lezírias junto ao Tejo: o trigo.

Os navegadores conheciam o seu valor. Sabiam semeá-lo, conservá-lo e transformá-lo em alimento. Conheciam também bebidas produzidas a partir de cereais fermentados, capazes de resistir durante algum tempo às viagens.

Entre os marinheiros circulava, porém, uma história mais antiga.

Falava de uma elevação junto de um grande rio do Ocidente. Sob essa elevação existiria uma nascente amarga, nascida da pedra, cuja água escondia propriedades desconhecidas.

A história não dizia que aquela água fosse boa para beber. Dizia apenas que era capaz de transformar.

Foi esse relato que chegou aos ouvidos de Hiram, capitão de uma embarcação fenícia.

Hiram acreditava que todas as histórias antigas escondiam uma verdade. Onde os outros ouviam uma lenda, ele via a possibilidade de encontrar algo valioso.

Levando consigo sementes de trigo e mercadorias para troca, entrou pela foz e começou a subir o Tejo.

Durante dias, os navegadores seguiram os sinais descritos nos relatos: a curva do rio semelhante a uma serpente, a elevação voltada para o primeiro sol e as aves que regressavam sempre ao mesmo lugar ao cair da tarde.

Foi assim que avistaram Móron.

IV

O encontro nas lezírias

Quando a embarcação fenícia chegou, o Tejo começava a recuar depois de uma cheia.

Nas margens, os habitantes preparavam-se para regressar aos campos. O nateiro cobria as lezírias com uma camada de terra escura e húmida.

Hiram desembarcou trazendo sal, tecidos, recipientes e pequenos sacos de sementes douradas.

Alaia observou-o em silêncio.

O capitão colocou alguns grãos na palma da mão.

— Trigo — disse, apontando para as sementes e depois para a terra.

A língua separava-os, mas os gestos foram suficientes.

Os habitantes conheciam outros cereais e plantas, mas perceberam que aquelas sementes poderiam encontrar no nateiro deixado pelo Tejo uma terra favorável.

Alaia permitiu que os estrangeiros permanecessem até à próxima mudança do rio.

Os Fenícios ensinaram a preparar a terra, a escolher as sementes e a proteger o cereal da humidade. Os habitantes mostraram-lhes o ritmo das cheias, os limites das lezírias e os lugares onde o nateiro era mais profundo.

O trigo foi semeado depois da vazante.

Com o passar das luas, os primeiros campos dourados começaram a surgir nas margens.

Do alto de Móron, pareciam prolongar a luz do sol sobre a planície.

Mas Hiram não tinha subido o Tejo apenas para cultivar trigo. Continuava à procura da fonte mencionada nas histórias.

Por duas vezes encontrou pequenas pedras dispostas em espiral junto a um caminho da encosta.

Hiram interpretou-as como sinais que indicavam a nascente. Alaia sabia que eram avisos para não avançar.

V

A descoberta de Tamaarma

Numa noite sem lua, Hiram abandonou o acampamento acompanhado por quatro homens.

Seguiram a encosta até encontrarem uma abertura estreita entre duas paredes de pedra. No interior, o ar era quente e húmido.

Quanto mais avançavam, mais intenso se tornava o cheiro mineral.

Depois ouviram água.

A passagem terminou numa câmara subterrânea. No centro, uma nascente brotava de uma rocha escura e caía numa pequena bacia natural.

A superfície refletia a luz das tochas com tons dourados e avermelhados.

Hiram ajoelhou-se e aproximou a mão. Provou uma única gota.

O sabor era amargo, metálico e profundo. Não se parecia com nenhuma água que tivesse bebido.

Antes que pudesse recolhê-la, todas as tochas se apagaram.

No escuro, ouviu-se a voz de Alaia:

— Procuraste uma água cujo nome não te foi revelado.

Quando a luz regressou, a guardiã encontrava-se junto à nascente. Atrás dela, vários habitantes da elevação bloqueavam a passagem.

Hiram mostrou-lhe as sementes de trigo que ainda guardava numa pequena bolsa. Tentou explicar que não procurava destruir a fonte. Queria compreender o segredo mencionado nas histórias dos seus antepassados.

— Tamaarma não mata a sede. Quem a beber como água comum encontrará apenas o amargo. O segredo não está em beber. Está em saber transformar.

Hiram pediu-lhe que partilhasse esse conhecimento.

Alaia permaneceu em silêncio.

Depois encheu uma pequena taça com a água amarga e pronunciou a sua condição:

— Podem aprender. Podem partilhar aquilo que nascer do nosso conhecimento. Mas nunca levarão Tamaarma.

Nenhum estrangeiro poderia transportar a água para longe da colina, revelar o caminho até à nascente ou entregá-la a quem pretendesse dominar o território.

Hiram aceitou. Mas antes de sair perguntou:

— E se alguém quebrar o pacto?

Alaia deixou cair uma gota no chão. A pedra estalou e a água desapareceu pela fissura.

— Então a fonte fechar-se-á — respondeu. — E o rio apagará o caminho.

VI

Do amargo nasceu o dourado

Quando o trigo amadureceu, os habitantes recolheram as primeiras espigas cultivadas no nateiro das lezírias.

A colheita pertencia ao encontro entre dois mundos.

O trigo tinha atravessado o mar nas embarcações fenícias.

A terra tinha sido fertilizada pelas cheias do Tejo.

A água doce vinha das fontes usadas pela comunidade.

Faltava compreender o papel de Tamaarma.

Alaia separou uma pequena medida da água amarga. Não a utilizou como água principal da bebida. Misturou-a cuidadosamente com água doce de outra nascente, como quem procura equilíbrio entre forças opostas.

Hiram trouxe o trigo.

Os habitantes prepararam plantas aromáticas recolhidas nas margens e nas encostas.

Juntos, trituraram o cereal, aqueceram a água e deixaram a mistura repousar em recipientes protegidos da luz.

Durante várias luas, nada aconteceu.

Depois a bebida começou a transformar-se.

O líquido tornou-se dourado. Pequenas bolhas subiram lentamente à superfície e um aroma desconhecido encheu os recipientes.

A amargura de Tamaarma não desaparecera completamente. Tinha-se tornado parte de um sabor novo, equilibrado pelo cereal e pelas plantas.

Aquilo que isoladamente não podia ser bebido transformara-se, através do conhecimento partilhado, numa dádiva.

Na noite anterior à abertura dos recipientes, um dos marinheiros tentou roubar uma ânfora com água da nascente.

Foi encontrado junto à entrada da câmara, de joelhos, incapaz de recordar o caminho por onde tinha chegado.

Alaia mandou-o regressar ao navio.

Na manhã seguinte, reuniu os habitantes da margem, os guardiões do alto e os navegadores fenícios.

Ergueu a primeira taça.

A espuma recordava as águas agitadas do Tejo. A cor lembrava o trigo maduro das lezírias.

Alaia bebeu. Depois entregou a taça a Hiram.

O capitão sentiu primeiro o sabor do cereal. Em seguida, as plantas e, por fim, uma amargura mineral que permanecia na boca como a memória de um segredo.

A bebida foi partilhada entre todos.

Naquele momento, o alto e a margem, a nascente e o rio, a terra e os navegadores ficaram unidos pelo mesmo pacto.

Antes de voltar a encher a taça, Alaia pronunciou as palavras que atravessariam gerações:

— Há histórias que não se contam. Bebem-se.

VII

O rio não esquece

Hiram regressou ao mar levando consigo trigo, recipientes e uma pequena quantidade da bebida dourada.

Não levou a água de Tamaarma.

Durante anos, cumpriu a promessa.

Quando outros capitães lhe perguntavam onde tinha encontrado aquela bebida, respondia apenas:

— Nasceu onde o trigo estrangeiro encontrou uma terra alimentada pelo rio.

Ofereceram-lhe ouro, embarcações e homens para revelar a localização da nascente. Hiram recusou.

Contudo, à medida que os anos passaram, cresceu nele o desejo de regressar e possuir aquilo que antes apenas lhe fora permitido partilhar.

Voltou ao Tejo com mais homens e algumas armas.

Encontrou as lezírias. Reconheceu a curva do rio. Avistou Móron sobre a paisagem.

Mas não encontrou o caminho para Tamaarma.

Procurou durante sete dias.

Na noite do sétimo, começou a chover intensamente nas terras distantes onde o Tejo recolhia as suas águas.

O rio subiu.

Na manhã seguinte, a cheia cobriu os caminhos, apagou as marcas e arrastou os mapas, as armas e os recipientes vazios.

Hiram conseguiu regressar sozinho à embarcação.

Nunca mais tentou encontrar a nascente.

Com o passar dos séculos, Móron recebeu outros nomes. Novas muralhas foram levantadas e diferentes povos ocuparam o alto e as margens.

A localização exata de Tamaarma perdeu-se.

Alguns afirmavam que as suas águas amargas tinham secado. Outros acreditavam que continuavam a correr no interior da colina, aguardando por quem soubesse transformar sem possuir.

O Tejo, porém, continuou o seu movimento.

As cheias regressaram. O nateiro voltou a fertilizar os campos. E o trigo continuou a crescer nas lezírias.

Da antiga história restaram apenas fragmentos: uma elevação, uma nascente de águas amargas, sementes trazidas de longe e a memória de uma bebida dourada nascida do encontro entre o rio e o trigo.

Mas as lendas não desaparecem verdadeiramente.

Permanecem na paisagem, adormecidas sob a pedra, inscritas no movimento das águas e guardadas na memória de quem vive junto ao Tejo.

É desse encontro que nasce a Trigosa.

Da elevação e da lezíria.
Da cheia e da vazante.
Da água local e do trigo trazido pelos navegadores.
Do amargo que o conhecimento transformou em sabor.

Trigosa — O sabor de uma lenda.

03

CARTOGRAFIA DA LENDA

Do lugar alto
até às águas.

O mapa reúne Móron, o planalto habitado e fortificado, a nascente Tamaarma, a margem e o porto fluvial. Entre a escarpa e o Tejo, a paisagem conduz a narrativa.

Mapa narrativo de Móron, o lugar alto, com o planalto fortificado, a nascente Tamaarma, vales, porto fluvial e o rio Tejo
Cartografia narrativa de Móron — o lugar altoOs topónimos secundários e a representação visual pertencem ao universo ficcional da Trigosa.

DA IDEIA À PROVA

Uma lenda construída
com dados reais.

A narrativa dá identidade à Trigosa. O rigor de cada lote dá-lhe corpo, equilíbrio e continuidade.

01

Pequena escala

Lotes experimentais de cerca de 50 a 55 litros permitem testar, comparar e melhorar cada receita.

02

Registo técnico

Densidade, pH, fermentação, maturação e prova sensorial são acompanhados antes de cada nova decisão.

03

Validação partilhada

O Solstício de Verão foi apresentado no Silves Beer Fest. Agora, cada prova e cada opinião ajudam a preparar o passo seguinte.

TRIGOSA PROJECT

Da paisagem nasce
uma identidade com raízes.

A Trigosa é um projeto artesanal de Santarém. A sua identidade nasce do encontro entre o alto e a lezíria, a cheia e a vazante, a água local e o trigo que, na lenda, atravessou o mar.

Cada lote procura transformar conhecimento em sabor — com rigor na produção e liberdade na narrativa. Nesta fase, as cervejas são produzidas para desenvolvimento, apresentação e recolha de opinião; não se encontram ainda em venda.

Origem
Santarém, Portugal
Inspiração
Móron, Tejo e nascentes
Método
Pequenos lotes
Princípio
Transformar sem possuir
04

ENTRAR NO UNIVERSO TRIGOSA

A lenda continua
em cada descoberta.

Veja como nascem os lotes, conheça o que existe dentro de cada copo, ouça a paisagem e ponha à prova a sua memória da lenda.

DIÁRIO TRIGOSA

Produção e eventos,
vistos por dentro.

Este será o arquivo visual do projeto: da preparação da água ao serviço da cerveja, passando pelas provas e pelos encontros onde a Trigosa ganha vida.

EM PREPARAÇÃO

Da brassagem ao copo

O processo completo de um lote experimental Trigosa.

01

Bastidores da produção

Equipamento, escolhas e pequenos gestos que transformam cada receita.

02

Provas e eventos

Momentos de apresentação, degustação e encontro com quem prova.

Os primeiros vídeos serão publicados aqui quando estiverem selecionados e editados.

SONS DA LENDA

Música para atravessar
as Águas Esquecidas.

As músicas criadas para o universo Trigosa terão aqui o seu lugar, acompanhadas pela história e pelo momento da lenda que inspirou cada composição.

DENTRO DE CADA LOTE

Ingredientes com
origem e propósito.

Selecione um lote para descobrir os ingredientes já confirmados e o papel de cada um no perfil final.

LOTE 004 · IPA · 5,1% VOL.

Tropical, cítrica
e profundamente aromática.

Um lote de 55 litros desenvolvido entre Santarém e a memória do Tejo.

Água
Rede de SantarémBase mineral ajustada para a brassagem.
Cereal
Malte de cevadaEstrutura, cor dourada e corpo médio.
Lúpulos
Citra · Mosaic · Simcoe · CascadeMaracujá, fruta tropical, citrinos e amargor.
Processo
Dry hop · 240 gCerca de 4,4 g/L para reforçar o aroma.

O DESAFIO DE ALAIA

Conhece os segredos
da Trigosa?

Responda a cinco perguntas. No final, Alaia revela quanto da memória das águas conseguiu preservar.

Pergunta 1 de 5
01Na lenda, o que significa Móron?
02Como se chama a fonte das águas amargas?
03O que trazia Hiram para semear nas lezírias?
04O que deixava o Tejo nos campos depois da cheia?
05Qual é o princípio que atravessa a lenda?

ATELIER DE RÓTULOS

Dê forma ao seu
próprio lote.

Experimente já uma composição Trigosa para lata ou garrafa. A versão de cliente permitirá guardar projetos numa conta pessoal antes de os enviar para produção.

PROTÓTIPO FUNCIONAL · ÁREA DE CLIENTE EM PREPARAÇÃO
Atmosfera

A exportação é uma composição experimental. A revisão técnica para impressão e a gravação laser serão feitas antes da produção.

TRIGOSA · 440 ML
IPAÁguas
Esquecidas
LOTE 0045,1% vol.2026

O SABOR DE UMA LENDA

A SUA VOZ FAZ PARTE DA LENDA

Conheça. Prove.
E depois conte-nos.

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Cerveja · Lenda · Experiência